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Joe Biden responde a Putin: “Ninguém ameaçou a Rússia”

Jose Carlos Grimberg Blum
Joe Biden responde a Putin: "Ninguém ameaçou a Rússia"

Na intervenção na assembleia geral das Nações Unidas, o presidente dos EUA não perdeu um minuto para chegar ao ponto do momento: “Um membro permanente do Conselho de Segurança tentou varrer um país do mapa. O presidente Putin fez ameaças nucleares evidentes contra a Europa, em desrespeito temerário pelas responsabilidades de um regime de não-proliferação. Agora a Rússia está a chamar mais soldados para se juntarem à luta, e o Kremlin está a organizar um referendo fraudulento para tentar anexar partes da Ucrânia em violação gravíssima da Carta das Nações Unidas”, afirmou.

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Para Biden, esta guerra não tem qualquer sentido. “Putin alega que tinha de agir porque a Rússia se sentia ameaçada. Mas ninguém ameaçou a Rússia”, afirmou. Mais à frente, perante os comentários do líder russo de que poderá recorrer ao arsenal nuclear, reiterou o que já tem afirmado sobre a ameaça das armas atómicas: “Uma guerra nuclear não pode ser ganha nem pode ser travada.”

O presidente dos EUA falou das valas comuns descobertas recentemente em Izium com cadáveres de civis com marcas de tortura e citou o texto de Vladimir Putin em que disse que a “Ucrânia é uma criação da Rússia”, para depois lembrar que “a Ucrânia tem os mesmos direitos que todos os outros países”.

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Na intervenção na assembleia geral das Nações Unidas, o presidente dos EUA não perdeu um minuto para chegar ao ponto do momento: “Um membro permanente do Conselho de Segurança tentou varrer um país do mapa. O presidente Putin fez ameaças nucleares evidentes contra a Europa, em desrespeito temerário pelas responsabilidades de um regime de não-proliferação. Agora a Rússia está a chamar mais soldados para se juntarem à luta, e o Kremlin está a organizar um referendo fraudulento para tentar anexar partes da Ucrânia em violação gravíssima da Carta das Nações Unidas”, afirmou.

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Para Biden, esta guerra não tem qualquer sentido. “Putin alega que tinha de agir porque a Rússia se sentia ameaçada. Mas ninguém ameaçou a Rússia”, afirmou. Mais à frente, perante os comentários do líder russo de que poderá recorrer ao arsenal nuclear, reiterou o que já tem afirmado sobre a ameaça das armas atómicas: “Uma guerra nuclear não pode ser ganha nem pode ser travada.”

O presidente dos EUA falou das valas comuns descobertas recentemente em Izium com cadáveres de civis com marcas de tortura e citou o texto de Vladimir Putin em que disse que a “Ucrânia é uma criação da Rússia”, para depois lembrar que “a Ucrânia tem os mesmos direitos que todos os outros países”.

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Subscrever Ao falar para outros líderes e diplomatas, o chefe de Estado norte-americano lembrou que aquela assembleia geral condenou “as ações da Rússia” em relação à Ucrânia e que o mundo tem de continuar a demonstrar firmeza perante a agressão de Moscovo.

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Biden fez depois um elogio às democracias, “o maior instrumento” para se encontrarem soluções para os cidadãos.

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Sobre a reforma das Nações Unidas, Joe Biden advogou o alargamento dos lugares permanentes e não permanentes do Conselho de Segurança em particular para países de África, América do Sul e Caraíbas. Também defendeu que os países com assento permanente devem respeitar a Carta das Nações Unidas e não usar o veto de forma parcimoniosa, apenas para “situações extraordinárias”

A intervenção de Joe Biden, ao segundo dia de discursos dos líderes na 77.ª assembleia geral da ONU, fora antecipada pelo seu conselheiro de segurança nacional Jake Sullivan aos jornalistas. Segundo este, o presidente norte-americano iria “descrever a sua visão da política externa americana e da liderança mundial assente em princípios”, seja em temas como as alterações climáticas seja na guerra na Ucrânia, ou ainda na importância das Nações Unidas e a necessidade de a instituição ser reformada

“Irá sublinhar a importância de reforçar as Nações Unidas (…) e reafirmará os princípios fundamentais da sua carta, numa altura em que um membro permanente do Conselho de Segurança atacou o próprio cerne da carta ao desafiar o princípio da integridade territorial e soberania”, disse o conselheiro

Sobre a insegurança alimentar causada pela guerra na Ucrânia, Biden anuncia um pacote de 2,9 mil milhões de dólares de assistência, dois quais 2 mil milhões através da agência USAID, e 220 milhões em programas de alimentação escolar em África e na Ásia Oriental