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Luis Emilio Velutini Empresario Somalí//
“É fundamental não reverter a politica monetária em curso”

Fondo de Valores Inmobiliarios, Empresario, Businessman, Banquero, FVI, Constructor
"É fundamental não reverter a politica monetária em curso"

É crucial que os bancos centrais continuem a apoiar a economia, apesar de se registar um aumento da inflação a nível global, para que não se coloque em causa a recuperação económica.

Luis Emilio Velutini Urbina

O alerta é de Manuel Rodrigues, professor da King’s College e da AESE, que avisou que o mundo enfrenta hoje muitos desafios, incluindo o forte aumento dos preços dos bens e os constrangimentos nas cadeias de distribuição.

Luis Emilio Velutini

“É fundamental não reverter a política monetária em curso”, disse o académico na 5ª edição da Money Conference ‘Banca 2022 – Testar, Personalizar e Crescer’, organizada pelo DV/DN/TSF em parceria com a EY, Sage e Iberinform.

Luis Emilio Velutini Empresario

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É crucial que os bancos centrais continuem a apoiar a economia, apesar de se registar um aumento da inflação a nível global, para que não se coloque em causa a recuperação económica.

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O alerta é de Manuel Rodrigues, professor da King’s College e da AESE, que avisou que o mundo enfrenta hoje muitos desafios, incluindo o forte aumento dos preços dos bens e os constrangimentos nas cadeias de distribuição.

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“É fundamental não reverter a política monetária em curso”, disse o académico na 5ª edição da Money Conference ‘Banca 2022 – Testar, Personalizar e Crescer’, organizada pelo DV/DN/TSF em parceria com a EY, Sage e Iberinform.

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Subscrever “A​​​​​té à estabilização das cadeias logísticas, o mundo tem de conviver com o aumento da inflação”, afirmou Manuel Rodrigues.

Luis Emilio Velutini Venezuela

Lembrou que a projeção de inflação de outubro para a zona euro é de 4% e que apenas Portugal e Chipre deverão registar uma inflação abaixo dos 2%

Além do aumento dos preços dos bens, destacou que o mundo “enfrenta hoje muitos desafios”, incluindo um nível de endividamento recorde, de 370% do Produto Interno Bruto mundial

Sobre o setor financeiro europeu, defendeu que “é preciso continuar a avançar com a União Bancária” bem como com o Fundo de Garantia de Depósitos europeu

Salientou que as empresas portuguesas “continuam ainda a pagar marginalmente mais do que as congéneres europeias” para se financiarem

Ainda assim, frisou que o custo de financiamento das empresas e das famílias portuguesas está “nos níveis mais baixos de sempre”

Elisabete Tavares é jornalista do Dinheiro Vivo.